sábado, 10 de agosto de 2013
Poesias do Livro que ELA me deu, pra melhorar meu dia (Lagoa - Carlos Drummond )
sábado, 3 de agosto de 2013
você preenche um vazio
Eu entendo teus medos, mas gosto mesmo é da tua coragem. Amo te ver chega do nada, depois de me falar que não iria vim por medo, mas mesmo assim chega do nada. Teu sorriso com aquela mensagem de vou te matar e depois de leve você fala: o que houve em? isso é que me faz gostar de você, gosto de você pelo teu jeito, te amo pois só você preenche um vazio dentro de mim.
sábado, 20 de julho de 2013
Coisas de quem espera
Não muda o tempo, não muda a música da rádio clube, não chega nenhuma nova
mensagem, stop, o tempo parou ou foi automóvel*. É que me
sinto no meu próprio filme da "Nouvelle Vague",
as vezes ou quase sempre meu mundo está em preto e branco, e isso não é ruim,
mas o tempo cuida de deixa-lo ainda mais pequeno e angustiante, com uma grande perspectiva de um final triste. Uma morte a tiro, um amor que se finda, que se acaba, que se vai. Um amor que não vai, que não se finda, que não acaba. Um sentimento que te leva pra outro estante, um estante antes, um dia depois. Não sei por qual motivo escrevo, só sei que escrevo, pra não se afogar, mas é tudo um questão de ver, de se olhar. Pois nada ainda findou, assim será um filme meu, meu oito milimétricos P&B, real e triste.
ISAK DE CASTRO
20 de julho de 2013
*Drummond
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Angústia - Graciliano Ramos - Ninguém Mata por AMAR, Mata-se por Angústia.
O amor que todos contam pelas estradas da vida e que de certa forma move algumas realidade possíveis e imagináveis as vezes é culpado por mortes, mas é improvável que se mate por amar, mata-se pela angústia gerada ao perceber ao quão discar tavel é sua presença a pessoa amada. Em seu romance não tão celebrado, mas celebre, Graciliano Ramos, terce a história de Luiz, um funcionário publico que se apaixona por Marina e ao decorrer da obra faz das tripas coração para constituir com ela uma família, preste a casar as coisas mudam, ele é traído por um conhecido que em paginas futuras será defunto de nome Julião Tavares, a obra é cheia de meandros que te levam a realidades diversas. (...) "Em duas horas escrevo uma palavra: Marina. Depois, aproveitando letras deste nome, arranjo coisas absurdas: ar, mar, rima, arma, ira, amar. (...)Comovo-me lendo os sofrimentos alheios, penso nas minhas misérias passadas, nas viagens pelas fazendas, no sono curto à beira da estrada ou nos bancos de jardins (...). Não vou contar muito da obra, só os trechos que colei aqui, pra que se você vier a ter gosto que leia o livro, mas umas das minhas ideias vindas de lá, vem descriminada: não se mata por amor, mata-se por angustia. Quem ama não mata.
terça-feira, 16 de julho de 2013
post rápido
Contava
uma história um senhor a muito tempo atrás, num bonde sem freio, numa esquina sem
bocas. Contava que amar era o segredo pra poesia, e amar de mais faz o poeta
descobrir o mundo, contava esse velho que só tinha amado uma vez e nesse amor
fez-se um eterno código de amar e amar.
Livros e flores
Teus olhos são meus livros.
Que livro há aí melhor,
Em que melhor se leia
A página do amor?
Flores me são teus lábios.
Onde há mais bela flor,
Em que melhor se beba
O bálsamo do amor?
Teus olhos são meus livros.
Que livro há aí melhor,
Em que melhor se leia
A página do amor?
Flores me são teus lábios.
Onde há mais bela flor,
Em que melhor se beba
O bálsamo do amor?
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